Eu queria te agradecer. Dizem que o amor é o combustível de qualquer poeta e você me rendeu ótimas poesias.
De verdade.
Por isso esse texto é sobre você.
Você que me rendeu madrugadas em claro na companhia de um café, um cigarro, olheiras, um bloco de papel e uma caneta falhando.
Ah! Se você soubesse quantas insônias me provocou. Quantas noites eu perdi, podendo estar dormindo mas rabiscando qualquer coisa que me fizesse te sentir por perto.
É, você me rendeu ótimos poemas. E eu te agradeço muito. Por toda vez que você me permitia colocar a dor do peito num papel velho.
Joguei muitos fora, é verdade. Provavelmente, muitos dos textos sobre você, hoje estão na lixeira. Foram um projeto inacabado ou que simplesmente não deu certo.
Assim como a gente...
De qualquer forma, muito obrigada!
Você foi um capitulo importante no meu livro. Foi uma música que eu ouvi até cansar. Foi um poema pro meu coração palpitante.
Mas, me desculpe. Não posso mais continuar escrevendo sobre você.
Você me conhece, né? Sou inconstante. Porra louca, como você bem me definiu uma vez.
Você me rendeu as mais belas histórias, sim.
Mas agora chegou a minha hora. De escrever novos poemas. E, por que não, de escrever a minha história?
Obrigada
E adeus você.

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''Decreta-se que nada será obrigado nem proibido, tudo será permitido, inclusive brincar com os rinocerontes e caminhar pelas tardes com uma imensa begônia na lapela. Só uma coisa fica proibida: amar sem amor.'' :)